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MEIO AMBIENTE - APRESENTAÇÃO
Com o aquecimento global sendo um dos temas mais atuais, assuntos como protocolo de Kyoto, crédito de carbono, MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) e reciclagem, passaram a fazer parte de nossa rotina.
A potencial falta de água daqui a alguns anos, o desmatamento das florestas, o consumo desenfreado de combustíveis não renováveis, o “efeito estufa”, tudo isso é resultado de um planeta em que a humanidade ainda engatinha em termos de políticas públicas internacionais que garantam um desenvolvimento sustentável.
O protocolo de Kyoto assinado por mais de 141 países, com a notável exceção dos EUA, um dos maiores poluidores do mundo, é um acordo internacional que estabelece que países desenvolvidos industrializados (atualmente são 34 países) devem reduzir em média 5% das emissões de gases nocivos, onde o de gás carbônico (CO2) liberado por carros e indústrias é o principal vilão.
Neste tratado países em desenvolvimento como o Brasil, não precisam reduzir suas emissões, mas se o fizerem, há um incentivo conhecido como o crédito de carbono.
Além de contribuir para a preservação do meio ambiente, agir com responsabilidade social e investir na sobrevivência a longo prazo, uma empresa que investir projetos de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) pode vender seus créditos de carbono para indústrias do primeiro mundo.
O MDL permite que países desenvolvidos invistam em projetos (energéticos ou florestais) de redução de emissões e utilizem os créditos para reduzir suas obrigações.
O princípio é simples: cada tonelada deixada de ser emitida ou retirada da atmosfera poderá ser adquirida pelo país que tem metas de redução a serem atingidas. Cria-se assim um mercado mundial de Reduções Certificadas de Emissão (RCE) |